Um mergulho na segurança do Salesforce: autenticação e autorização explicadas
Bem-vindo ao início de uma exploração completa da segurança do Salesforce, começando pelos elementos básicos de autenticação e autorização. Este artigo é o primeiro de uma série que pretende desembaraçar a teia de mecanismos de segurança do Salesforce.
O básico: autenticação e autorização
Autenticação é o processo de validar que uma entidade, seja um utilizador num navegador ou uma máquina a aceder ao sistema, é realmente quem diz ser. Já a autorização determina que ações a entidade autenticada pode realizar dentro do Salesforce. As duas são fundamentais para que os seus dados do Salesforce continuem seguros e só utilizadores e entidades autorizados possam aceder a eles.
Dos navegadores às APIs: entender os pontos de entrada
O Salesforce garante que todo o tráfego de entrada usa SSL e TLS para um transporte seguro dos dados. (Vamos falar destes termos em detalhe num próximo artigo.)
Ao visualizar como os dados entram no Salesforce, imagine dois caminhos principais:
- Diretamente por um utilizador, através do navegador
- Através de uma aplicação cliente de API, como uma aplicação móvel ou outro servidor
Os dois caminhos começam por comunicar com o servidor de autenticação do Salesforce.
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Diagrama que mostra as diferentes formas pelas quais sistemas externos podem aceder ao Salesforce Core [/caption]
Vamos detalhar um pouco mais:
Acesso através do navegador
Para pessoas que usam o Salesforce através do navegador:
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Fluxos de autenticação através do navegador no Salesforce [/caption]
- Camadas adicionais de segurança na autenticação: autenticação multifator (MFA), intervalos de IP e certificados do lado do cliente.
- Fornecedores de identidade: o Salesforce pode atuar como fornecedor de identidade (IDP) para verificar a autenticidade do utilizador. Depois da autenticação, o servidor do Salesforce fornece um token de sessão à instância da org do cliente.
- IDP de terceiros: em vez do Salesforce, um IDP de terceiros, configurado numa relação de SSO com o Salesforce, pode tratar da autenticação. Nesse caso, o IDP envia uma asserção SAML ao Salesforce, que emite o token de sessão depois de a validar.
Em seguida, os mecanismos de autorização controlam o acesso a páginas e recursos.
Acesso por clientes de API
Para máquinas que tentam aceder ao Salesforce:
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Processos clientes a autenticarem-se nas APIs do Salesforce [/caption]
Fluxos OAuth: as máquinas podem usar um dos vários fluxos OAuth para obter acesso, do fluxo de servidor web, indicado para servidores web externos, ao fluxo de credenciais do cliente, com muitos outros pelo meio. Cada um tem a sua sequência e o seu propósito.
Estabelecimento da sessão: depois da autenticação, o servidor de autenticação do Salesforce entrega um token de sessão, dando ao cliente de API acesso aos recursos do Salesforce.
Aí entram as regras de autorização.
Em resumo: como tudo se encaixa
Não importa o ponto de acesso, navegador ou cliente de API, o processo inclui:
Segurança na camada de transporte: usar TLS e, se for o caso, acrescentar camadas como uma lista de IPs permitidos e certificados do lado do cliente para reforçar a segurança.
Autenticação: esta etapa identifica o utilizador ou o sistema. É aqui que entram elementos como a MFA ou IDPs de terceiros.
Emissão do token de sessão: uma vez autenticada, a entidade recebe um token de sessão, que funciona como um passaporte para os recursos do Salesforce.
Autorização: a barreira final. Mesmo com um token de sessão válido, é ela que determina a que recursos a entidade pode aceder.
Com este conhecimento básico, estamos prontos para mergulhar nos detalhes da segurança do Salesforce nos próximos artigos. Fique atento a uma análise ainda mais detalhada de cada componente mencionado acima.
Obrigado pela leitura, espero que tenha sido útil. Acompanhe o próximo capítulo para mais ideias sobre a segurança do Salesforce.
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Transcrição feita com a ajuda de IA
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